sábado, 20 de novembro de 2010

INOVAÇÃO


"INOVAÇÃO"

Artigo publicado na REVISTA CULTURA ESPÍRITA do Instituto de Cultura Espírita do Brasil, Ano I, n. 02, Maio de 2009.

Autor: Fabiano Pereira Nunes

O mundo hodierno apresenta como qualidade das mais valiosas para o indivíduo a capacidade de inovar. Nessa visão contemporânea, ao mantermos um espírito de busca por novos caminhos, sempre procurando fazer algo de forma inusitada, tornar-se-ia possível avançar mais rapidamente pela vereda do progresso.

Igualmente, o espírito inovador também foi estudado pelos pesquisadores do campo da “Inteligência Emocional”, que apontaram ser a capacidade de inovação uma das competências emocionais mais relevantes para o sucesso, posto que faculta ao indivíduo sentir-se à vontade e aberto diante de novas idéias, novos enfoques e novas informações, condição imprescindível para a construção de produtivas relações interpessoais nas esferas profissional, social e familiar.

Inequívoco, Jesus desvelou-nos uma alta capacidade de inovar, na Sua vida de relação e na Sua tarefa messiânica. Para exemplificar isso, observemos o grupo que compôs seu discipulado.

Os publicanos constituíam uma classe altamente odiada pelo povo Hebreu, pois eram os funcionários à serviço do Império Romano, nas Províncias dominadas, responsáveis pela arrecadação de impostos, por isso mesmo, eram considerados altos traidores da Nação Hebreia. Ademais, nas alfândegas, pagavam-se exorbitantes impostos sobre o uso da terra, sobre o peixe pescado, sobre os produtos manufaturados, e sobre os produtos que circulavam entre as cidades, no entanto, o fruto dessa pesada arrecadação era direcionado à sede do Império Romano, e aos governos das tetrarquias da Província da Judéia, além dos percentuais faturados para o enriquecimento ilícito dos próprios publicanos, aumentando, assim, a indignação e a revolta contra esses rendeiros públicos. O pagamento era infligido à força dos soldados do Império, que não raramente violavam as residências dos devedores para fazer o arresto de seus bens, e sua prisão. Para agravar a situação, esse pagamento de impostos constituía uma afronta às Leis das Escrituras Sagradas: constituía, por conseguinte, de uma dupla traição. Porquanto, por vezes eles eram mais odiados que aos próprios dominadores de Roma.

Entre as classes que combatiam tais funcionários estavam os zelotes, grupo radical nacionalista que se empenhava no enfrentamento armado contra os traidores da causa judaica. Por isso, eram perseguidos pelo Poder Romano como sicários e assassinos, realmente, estabeleciam um juramento de esfaquear, no meio da multidão, todo judeu que estivesse associado aos romanos. Conquanto, os publicanos estavam entre os mais procurados pelos zelotes para sofrer tal atentado à vida. Havia, pois, um ódio mútuo.

De forma inusitada, apresentando ao mundo uma capacidade inovadora admirável, Jesus acolheu em seu grupo de 12 apóstolos dois representantes dessas duas categorias de inimigos mortais. Eram eles: Levi, o publicano de Cafarnaum; e Simão, chamado “O Zelote” (era outro discípulo com nome Simão, além de Simão Pedro).

Conforme nos revela o espírito Humberto de Campos, no capítulo 5 do livro “Boa Nova”, psicografia de Francisco Cândido Xavier, “Levi continuava nos seus trabalhos da coletoria local, enquanto Judas prosseguia nos seus pequenos negócios, embora se reunissem diariamente aos demais companheiros.” Apreende-se, pois, que Levi permaneceu na sua função de publicano, o que torna mais assombroso e desconcertante o padrão inovador de Jesus, ao manter como irmãos dois discípulos em posições tão antagônicas.

Não seria equivocado imaginar as intensas pressões que Simão, O Zelote, também poderia ter sofrido de seus companheiros de partido, para que efetivasse sua promessa de retirar a vida do publicano.

Não obstante, mais do que discípulos-irmãos, Jesus os transforma em amigos fiéis e devotados, desconsiderando a extremista opção religiosa de Simão (os Zelotes, doutrinariamente, se alinhavam com os fariseus) e os conflitantes deveres profissionais de Levi.

Aprendamos, pois, em Jesus a renovar nossas posições e atitudes, criando modelos inovadores e imaginativos de relação interpessoal e de labores, sempre alicerçados no amor incondicional ao próximo que Ele nos demonstrou de forma tão prática e inteligível.

Um abraço fraternal do seu amigo Fabiano P Nunes.




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INOVAÇÃO


"INOVAÇÃO"

Artigo publicado na REVISTA CULTURA ESPÍRITA do Instituto de Cultura Espírita do Brasil, Ano I, n. 02, Maio de 2009.

Autor: Fabiano Pereira Nunes

O mundo hodierno apresenta como qualidade das mais valiosas para o indivíduo a capacidade de inovar. Nessa visão contemporânea, ao mantermos um espírito de busca por novos caminhos, sempre procurando fazer algo de forma inusitada, tornar-se-ia possível avançar mais rapidamente pela vereda do progresso.

Igualmente, o espírito inovador também foi estudado pelos pesquisadores do campo da “Inteligência Emocional”, que apontaram ser a capacidade de inovação uma das competências emocionais mais relevantes para o sucesso, posto que faculta ao indivíduo sentir-se à vontade e aberto diante de novas idéias, novos enfoques e novas informações, condição imprescindível para a construção de produtivas relações interpessoais nas esferas profissional, social e familiar.

Inequívoco, Jesus desvelou-nos uma alta capacidade de inovar, na Sua vida de relação e na Sua tarefa messiânica. Para exemplificar isso, observemos o grupo que compôs seu discipulado.

Os publicanos constituíam uma classe altamente odiada pelo povo Hebreu, pois eram os funcionários à serviço do Império Romano, nas Províncias dominadas, responsáveis pela arrecadação de impostos, por isso mesmo, eram considerados altos traidores da Nação Hebreia. Ademais, nas alfândegas, pagavam-se exorbitantes impostos sobre o uso da terra, sobre o peixe pescado, sobre os produtos manufaturados, e sobre os produtos que circulavam entre as cidades, no entanto, o fruto dessa pesada arrecadação era direcionado à sede do Império Romano, e aos governos das tetrarquias da Província da Judéia, além dos percentuais faturados para o enriquecimento ilícito dos próprios publicanos, aumentando, assim, a indignação e a revolta contra esses rendeiros públicos. O pagamento era infligido à força dos soldados do Império, que não raramente violavam as residências dos devedores para fazer o arresto de seus bens, e sua prisão. Para agravar a situação, esse pagamento de impostos constituía uma afronta às Leis das Escrituras Sagradas: constituía, por conseguinte, de uma dupla traição. Porquanto, por vezes eles eram mais odiados que aos próprios dominadores de Roma.

Entre as classes que combatiam tais funcionários estavam os zelotes, grupo radical nacionalista que se empenhava no enfrentamento armado contra os traidores da causa judaica. Por isso, eram perseguidos pelo Poder Romano como sicários e assassinos, realmente, estabeleciam um juramento de esfaquear, no meio da multidão, todo judeu que estivesse associado aos romanos. Conquanto, os publicanos estavam entre os mais procurados pelos zelotes para sofrer tal atentado à vida. Havia, pois, um ódio mútuo.

De forma inusitada, apresentando ao mundo uma capacidade inovadora admirável, Jesus acolheu em seu grupo de 12 apóstolos dois representantes dessas duas categorias de inimigos mortais. Eram eles: Levi, o publicano de Cafarnaum; e Simão, chamado “O Zelote” (era outro discípulo com nome Simão, além de Simão Pedro).

Conforme nos revela o espírito Humberto de Campos, no capítulo 5 do livro “Boa Nova”, psicografia de Francisco Cândido Xavier, “Levi continuava nos seus trabalhos da coletoria local, enquanto Judas prosseguia nos seus pequenos negócios, embora se reunissem diariamente aos demais companheiros.” Apreende-se, pois, que Levi permaneceu na sua função de publicano, o que torna mais assombroso e desconcertante o padrão inovador de Jesus, ao manter como irmãos dois discípulos em posições tão antagônicas.

Não seria equivocado imaginar as intensas pressões que Simão, O Zelote, também poderia ter sofrido de seus companheiros de partido, para que efetivasse sua promessa de retirar a vida do publicano.

Não obstante, mais do que discípulos-irmãos, Jesus os transforma em amigos fiéis e devotados, desconsiderando a extremista opção religiosa de Simão (os Zelotes, doutrinariamente, se alinhavam com os fariseus) e os conflitantes deveres profissionais de Levi.

Aprendamos, pois, em Jesus a renovar nossas posições e atitudes, criando modelos inovadores e imaginativos de relação interpessoal e de labores, sempre alicerçados no amor incondicional ao próximo que Ele nos demonstrou de forma tão prática e inteligível.

Um abraço fraternal do seu amigo Fabiano P Nunes.




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sábado, 13 de novembro de 2010

LUCAS (O EVANGELHO SEGUNDO), CAPÍTULO 4 : VERSÍCULO 13 – CONCLUSÃO DAS TENTAÇÕES NO DESERTO (Programa de 14 e 17 Novembro/2010)

O NOVO TESTAMENTO - TRADUÇÃO "BÍBLIA DE JERUSALÉM" - O EVANGELHO SEGUNDO LUCAS

Lucas, 4:13 - Tendo acabado toda a tentação, o diabo o deixou até o tempo oportuno.


OUÇA NOVAMENTE O ÁUDIO DO PROGRAMA, CLIQUE NO PLAY ("setinha") DA FIGURA ABAIXO:


OU PARA BAIXAR O ARQUIVO DE ÁUDIO DESSE PROGRAMA, CLIQUE NESTE LINK 

 Humberto de Campos, na introdução do Livro BOA NOVA, assevera que : “(....) os planos espirituais têm também o seu folclore. Os feitos heróicos e abençoados, muitas vezes anônimos no mundo, praticados por seres desconhecidos, encerram aqui profundas lições, em que encontramos forças novas. Todas as expressões evangélicas têm, entre nós, a sua história viva. Nenhuma delas é símbolo superficial. Inumeráveis observações sobre o Mestre e seus continuadores palpitam nos corações estudiosos e sinceros.

Dos milhares de episódios desse folclore do céu, consegui reunir trinta e trazer ao conhecimento do amigo generoso que me concede a sua atenção. Concordo em que é pouco; mas isso deve valer como tentativa útil, pois estou certo de que não me faltou o auxilio indispensável. (....)”. Humberto de Campos: In: Boa Nova. Prefácio. Na Escola do Evangelho.

 Folclore: Conhecimento, saber, educação, instrução do Povo; Conjunto de costumes, lendas, provérbios, manifestações artísticas em geral, preservado, através da tradição oral, por um povo. In: Dicionário Houaiss.

 De Chico Xavier e Irmão X, Livro “CONTOS E APÓLOGOS”, capítulo 26: "A ÚLTIMA TENTAÇÃO"

"Dizem que Jesus ,na hora extrema, começou a procurar os discípulos, no seio da agitada multidão que lhe cercava o madeiro, em busca de algum olhar amigo em que pudesse reconfortar o espírito atribulado...

Contemplou, em silencio, a turba enfurecida. Fustigado pelas vibrações de ódio e crueldade, qual se devera morrer, sedento em chagas, sob um montão de espinhos, começou a lembrar os afeiçoados e seguidores da véspera...

Onde estariam seus laços amorosos da Galiléia?...

Recordou o primeiro contato com os pescadores e chorou.

A saudade amargurava-lhe o coração.

Por que motivo Simão Pedro fora tão frágil? que fizera ele, Jesus, para merecer a negação do companheiro a quem mais confiara?

Que razões teriam levado Judas a esquecê-lo? Como entregara , assim, ao preço de míseras moedas, o coração que o amava tanto?

Onde se refugiara Tiago, em cuja presença tanto se comprazia?

Sentiu profunda saudade de Felipe e Bartolomeu, e desejou escutá-los.

Rememorou suas conversações com Mateus e refletiu quão doce lhe seria poder abraçar o inteligente funcionário de Cafarnaum, de encontro ao peito...

De reminiscência a reminiscência, teve fome de ternura e da confiança das criancinhas da galiléias que lhe ouviam a palavra, deslumbradas e felizes, mas os meninos simples e humildes que o amavam perdiam-se, agora a distância...

Recordou Zebedeu e suspirou por acolhe-se-lhe à casa singela.

João, o amigo abnegado, achava-se ali mesmo, em terrível desapontamento, mas precisava socorro para sustentar Maria, a angustiada Mãe, ao pé da cruz.

O Mestre desejava alguém que o ajudasse, de perto, em cujo carinho conseguisse encontrar um apoio e uma esperança...

Foi quando viu levantar-se, dentre a multidão desvairada e cega, alguém que ele, de pronto, reconheceu. Era o mesmo Espírito perverso que o tentara no deserto, no pináculo do templo e no cimo do monte.

O Gênio da Sombra, de rosto enigmático, abeirou-se dele e murmurou:

- Amaldiçoa os teus amigos ingratos e dar-te-ei o reino do mundo! Proclama a fraqueza dos teus irmãos de ideal, a fim de que a justiça te reconheça a grandeza angélica e desceras, triunfante, da cruz!...

Dize que os teus amigos são covardes e duros, impassíveis e traidores e unir-te-e aos poderosos da Terra para que domines todas as consciências.

Tu sabes que, diante de Deus, eles não passam de míseros desertores...

Jesus escutou, com expressiva mudez, mas o pranto manou-lhe mais intensamente do olhar translúcido.

- Sim - pensava -, Pedro negara-o, mas não por maldade. A fragilidade do Apóstolo podia ser comparada à ternura de uma oliveira nascente que, com os dias, se transforma no tronco robusto e nobre, a desafiar a implacável visita dos ano.

Judas entregara-o, mas não por má-fé.

Iludira-se com a política farisaica e julgava poder substitui-lo com vantagens nos negócios do povo.

Encontrou, no imo d'alma, a necessária justificação para todos e parecia esforçar-se por dizer o que lhe subia do coração

Ansioso, o Espírito das trevas aguardava-lhe a pronúncia, mas o Cordeiro de Deus, fixando os olhos no céu inflamado de luz, rogou em tom inesquecível:

- Perdoa-lhes, Pai! Eles não sabem o que fazem!...

O Príncipe das Sombras retirou-se apressado.

Nesse instante, porém, em vez de deter-se na contemplação de Jerusalém dominada de impiedade e loucura, o Senhor notou que o firmamento rasgara-se, de alto a baixo, e viu que os anjos iam e vinham, tecendo de estrelas e flores o caminho que o conduzira ao Trono Celeste.

Uma paz indefinível e soberana estampara-se-lhe no semblante.

O Mestre vencera a última tentação e seguiria, agora, radiante e vitorioso, para a claridade sublime da ressurreição eterna." Irmão X/Francisco Candido Xavier.




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LUCAS (O EVANGELHO SEGUNDO), CAPÍTULO 4 : VERSÍCULO 13 – CONCLUSÃO DAS TENTAÇÕES NO DESERTO (Programa de 14 e 17 Novembro/2010)

O NOVO TESTAMENTO - TRADUÇÃO "BÍBLIA DE JERUSALÉM" - O EVANGELHO SEGUNDO LUCAS

Lucas, 4:13 - Tendo acabado toda a tentação, o diabo o deixou até o tempo oportuno.


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OU PARA BAIXAR O ARQUIVO DE ÁUDIO DESSE PROGRAMA, CLIQUE NESTE LINK 

 Humberto de Campos, na introdução do Livro BOA NOVA, assevera que : “(....) os planos espirituais têm também o seu folclore. Os feitos heróicos e abençoados, muitas vezes anônimos no mundo, praticados por seres desconhecidos, encerram aqui profundas lições, em que encontramos forças novas. Todas as expressões evangélicas têm, entre nós, a sua história viva. Nenhuma delas é símbolo superficial. Inumeráveis observações sobre o Mestre e seus continuadores palpitam nos corações estudiosos e sinceros.

Dos milhares de episódios desse folclore do céu, consegui reunir trinta e trazer ao conhecimento do amigo generoso que me concede a sua atenção. Concordo em que é pouco; mas isso deve valer como tentativa útil, pois estou certo de que não me faltou o auxilio indispensável. (....)”. Humberto de Campos: In: Boa Nova. Prefácio. Na Escola do Evangelho.

 Folclore: Conhecimento, saber, educação, instrução do Povo; Conjunto de costumes, lendas, provérbios, manifestações artísticas em geral, preservado, através da tradição oral, por um povo. In: Dicionário Houaiss.

 De Chico Xavier e Irmão X, Livro “CONTOS E APÓLOGOS”, capítulo 26: "A ÚLTIMA TENTAÇÃO"

"Dizem que Jesus ,na hora extrema, começou a procurar os discípulos, no seio da agitada multidão que lhe cercava o madeiro, em busca de algum olhar amigo em que pudesse reconfortar o espírito atribulado...

Contemplou, em silencio, a turba enfurecida. Fustigado pelas vibrações de ódio e crueldade, qual se devera morrer, sedento em chagas, sob um montão de espinhos, começou a lembrar os afeiçoados e seguidores da véspera...

Onde estariam seus laços amorosos da Galiléia?...

Recordou o primeiro contato com os pescadores e chorou.

A saudade amargurava-lhe o coração.

Por que motivo Simão Pedro fora tão frágil? que fizera ele, Jesus, para merecer a negação do companheiro a quem mais confiara?

Que razões teriam levado Judas a esquecê-lo? Como entregara , assim, ao preço de míseras moedas, o coração que o amava tanto?

Onde se refugiara Tiago, em cuja presença tanto se comprazia?

Sentiu profunda saudade de Felipe e Bartolomeu, e desejou escutá-los.

Rememorou suas conversações com Mateus e refletiu quão doce lhe seria poder abraçar o inteligente funcionário de Cafarnaum, de encontro ao peito...

De reminiscência a reminiscência, teve fome de ternura e da confiança das criancinhas da galiléias que lhe ouviam a palavra, deslumbradas e felizes, mas os meninos simples e humildes que o amavam perdiam-se, agora a distância...

Recordou Zebedeu e suspirou por acolhe-se-lhe à casa singela.

João, o amigo abnegado, achava-se ali mesmo, em terrível desapontamento, mas precisava socorro para sustentar Maria, a angustiada Mãe, ao pé da cruz.

O Mestre desejava alguém que o ajudasse, de perto, em cujo carinho conseguisse encontrar um apoio e uma esperança...

Foi quando viu levantar-se, dentre a multidão desvairada e cega, alguém que ele, de pronto, reconheceu. Era o mesmo Espírito perverso que o tentara no deserto, no pináculo do templo e no cimo do monte.

O Gênio da Sombra, de rosto enigmático, abeirou-se dele e murmurou:

- Amaldiçoa os teus amigos ingratos e dar-te-ei o reino do mundo! Proclama a fraqueza dos teus irmãos de ideal, a fim de que a justiça te reconheça a grandeza angélica e desceras, triunfante, da cruz!...

Dize que os teus amigos são covardes e duros, impassíveis e traidores e unir-te-e aos poderosos da Terra para que domines todas as consciências.

Tu sabes que, diante de Deus, eles não passam de míseros desertores...

Jesus escutou, com expressiva mudez, mas o pranto manou-lhe mais intensamente do olhar translúcido.

- Sim - pensava -, Pedro negara-o, mas não por maldade. A fragilidade do Apóstolo podia ser comparada à ternura de uma oliveira nascente que, com os dias, se transforma no tronco robusto e nobre, a desafiar a implacável visita dos ano.

Judas entregara-o, mas não por má-fé.

Iludira-se com a política farisaica e julgava poder substitui-lo com vantagens nos negócios do povo.

Encontrou, no imo d'alma, a necessária justificação para todos e parecia esforçar-se por dizer o que lhe subia do coração

Ansioso, o Espírito das trevas aguardava-lhe a pronúncia, mas o Cordeiro de Deus, fixando os olhos no céu inflamado de luz, rogou em tom inesquecível:

- Perdoa-lhes, Pai! Eles não sabem o que fazem!...

O Príncipe das Sombras retirou-se apressado.

Nesse instante, porém, em vez de deter-se na contemplação de Jerusalém dominada de impiedade e loucura, o Senhor notou que o firmamento rasgara-se, de alto a baixo, e viu que os anjos iam e vinham, tecendo de estrelas e flores o caminho que o conduzira ao Trono Celeste.

Uma paz indefinível e soberana estampara-se-lhe no semblante.

O Mestre vencera a última tentação e seguiria, agora, radiante e vitorioso, para a claridade sublime da ressurreição eterna." Irmão X/Francisco Candido Xavier.




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sábado, 6 de novembro de 2010

LUCAS (O EVANGELHO SEGUNDO), CAPÍTULO 4 : VERSÍCULO 13 – CONCLUSÃO DAS TENTAÇÕES NO DESERTO (Programa de 07 e 10 Novembro/2010)

O NOVO  TESTAMENTO - TRADUÇÃO "BÍBLIA DE JERUSALÉM" - O EVANGELHO SEGUNDO LUCAS

Lucas, 4:13 - Tendo acabado toda a tentação, o diabo o deixou até o tempo oportuno.



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 O LIVRO DOS ESPÍRITOS – Allan Kardec

Parte 3 a Capítulo XII - Paixões

907. Será substancialmente mau o princípio originário das paixões, embora esteja na Natureza?

“Não; a paixão está no excesso de que se acresceu a vontade, visto que o princípio que lhe dá origem foi posto no homem para o bem, tanto que as paixões podem levá-lo à realização de grandes coisas. O abuso que delas se faz é que causa o mal.”

908. Como se poderá determinar o limite onde as paixões deixam de ser boas para se tornarem más?

“As paixões são como um corcel, que só tem utilidade quando governado e que se torna perigoso desde que passe a governar. Uma paixão se torna perigosa a partir do momento em que deixais de poder governá-la e que dá em resultado um prejuízo qualquer para vós mesmos, ou para outrem.”

As paixões são alavancas que decuplicam as forças do homem e o auxiliam na execução dos desígnios da Providência. Mas, se, em vez de as dirigir, deixa que elas o dirijam, cai o homem nos excessos e a própria força que, manejada pelas suas mãos, poderia produzir o bem, contra ele se volta e o esmaga.

Todas as paixões têm seu princípio num sentimento, ou numa necessidade natural.

O princípio das paixões não é, assim, um mal, pois que assenta numa das condições providenciais da nossa existência. A paixão propriamente dita é a exageração de uma necessidade ou de um sentimento. Está no excesso e não na causa e este excesso se torna um mal, quando tem como conseqüência um mal qualquer. Toda paixão que aproxima o homem da natureza animal afasta-o da natureza espiritual.

Todo sentimento que eleva o homem acima da natureza animal denota predominância do espírito sobre a matéria e o aproxima da perfeição.

909. Poderia sempre o homem, pelos seus esforços, vencer as suas más inclinações?

“Sim, e, freqüentemente, fazendo esforços muito insignificantes. O que lhe falta é a vontade. Ah! Quão poucos dentre vós fazem esforços!”

910. Pode o homem achar nos Espíritos eficaz assistência para triunfar de suas paixões?

“Se o pedir a Deus e ao seu bom gênio, com sinceridade, os bons Espíritos lhe virão certamente em auxílio, porquanto é essa a missão deles.”

911. Não haverá paixões tão vivas e irresistíveis, que a vontade seja impotente para dominá-las?

“Há muitas pessoas que dizem: Quero, mas a vontade só lhes está nos lábios.

Querem, porém muito satisfeitas ficam que não seja como “querem”. Quando o homem crê que não pode vencer as suas paixões, é que seu Espírito se compraz nelas, em conseqüência da sua inferioridade. Compreende a sua natureza espiritual aquele que as procura reprimir.

Vencê-las é, para ele, uma vitória do Espírito sobre a matéria.”

912. Qual o meio mais eficiente de combater-se o predomínio da natureza corpórea?

“Praticar a abnegação.”

 LIVRO: PENSAMENTO E VIDA, Capítulo 2: Vontade

“Comparemos a mente humana – espelho vivo da consciência lúcida – a um grande escritório, subdividido em diversas seções de serviço.

Aí possuímos o Departamento do Desejo, em que operam os propósitos e as aspirações, acalentando o estimulo ao trabalho; o Departamento da Inteligência, dilatando os patrimônios da evolução e da cultura; o Departamento da Imaginação, amealhando as riquezas do ideal e da sensibilidade; o Departamento da Memória, arquivando as súmulas da experiência, e outros, ainda, que definem os investimentos da alma.

Acima de todos eles, porém, surge o Gabinete da Vontade.

A Vontade é a gerência esclarecida e vigilante, governando todos os setores da ação mental.

A Divina Providência concedeu-a por auréola luminosa à razão, depois da laboriosa e multimilenária viagem do ser pelas províncias obscuras do instinto.

Para considerar-lhe a importância, basta lembrar que ela é o leme de todos os tipos de força incorporados ao nosso conhecimento.

A eletricidade é energia dinâmica.

O magnetismo é energia estática.

O pensamento é força eletromagnética.

Pensamento, eletricidade e magnetismo conjugam-se em todas as manifestações da Vida Universal, criando gravitação e afinidade, assimilação e desassimilação, nos campos múltiplos da forma que servem à romagem do espírito para as Metas Supremas, traçadas pelo Plano Divino.

A Vontade, contudo, é o impacto determinante.

Nela dispomos do botão poderoso que decide o movimento ou a inércia da máquina.

O cérebro é o dínamo que produz a energia mental, segundo a capacidade de reflexão que lhe é própria; no entanto, na Vontade temos o controle que a dirige nesse ou naquele rumo, estabelecendo causas que comandam os problemas do destino.

Sem ela, o Desejo pode comprar ao engano aflitivos séculos de reparação e sofrimento, a Inteligência pode aprisionar-se na enxovia da criminalidade, a Imaginação pode gerar perigosos monstros na sombra, e a memória, não obstante fiel à sua função de registradora, conforme a destinação que a Natureza lhe assinala, pode cair em deplorável relaxamento.

Só a Vontade é suficientemente forte para sustentar a harmonia do espírito.

Em verdade, ela não consegue impedir a reflexão mental, quando se trate da conexão entre os semelhantes, porque a sintonia constitui lei inderrogável, mas pode impor o jugo da disciplina sobre os elementos que administra, de modo a mantê-los coesos na corrente do bem."

Emmanuel/Francisco Cândido Xavier.




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LUCAS (O EVANGELHO SEGUNDO), CAPÍTULO 4 : VERSÍCULO 13 – CONCLUSÃO DAS TENTAÇÕES NO DESERTO (Programa de 07 e 10 Novembro/2010)

O NOVO  TESTAMENTO - TRADUÇÃO "BÍBLIA DE JERUSALÉM" - O EVANGELHO SEGUNDO LUCAS

Lucas, 4:13 - Tendo acabado toda a tentação, o diabo o deixou até o tempo oportuno.



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 O LIVRO DOS ESPÍRITOS – Allan Kardec

Parte 3 a Capítulo XII - Paixões

907. Será substancialmente mau o princípio originário das paixões, embora esteja na Natureza?

“Não; a paixão está no excesso de que se acresceu a vontade, visto que o princípio que lhe dá origem foi posto no homem para o bem, tanto que as paixões podem levá-lo à realização de grandes coisas. O abuso que delas se faz é que causa o mal.”

908. Como se poderá determinar o limite onde as paixões deixam de ser boas para se tornarem más?

“As paixões são como um corcel, que só tem utilidade quando governado e que se torna perigoso desde que passe a governar. Uma paixão se torna perigosa a partir do momento em que deixais de poder governá-la e que dá em resultado um prejuízo qualquer para vós mesmos, ou para outrem.”

As paixões são alavancas que decuplicam as forças do homem e o auxiliam na execução dos desígnios da Providência. Mas, se, em vez de as dirigir, deixa que elas o dirijam, cai o homem nos excessos e a própria força que, manejada pelas suas mãos, poderia produzir o bem, contra ele se volta e o esmaga.

Todas as paixões têm seu princípio num sentimento, ou numa necessidade natural.

O princípio das paixões não é, assim, um mal, pois que assenta numa das condições providenciais da nossa existência. A paixão propriamente dita é a exageração de uma necessidade ou de um sentimento. Está no excesso e não na causa e este excesso se torna um mal, quando tem como conseqüência um mal qualquer. Toda paixão que aproxima o homem da natureza animal afasta-o da natureza espiritual.

Todo sentimento que eleva o homem acima da natureza animal denota predominância do espírito sobre a matéria e o aproxima da perfeição.

909. Poderia sempre o homem, pelos seus esforços, vencer as suas más inclinações?

“Sim, e, freqüentemente, fazendo esforços muito insignificantes. O que lhe falta é a vontade. Ah! Quão poucos dentre vós fazem esforços!”

910. Pode o homem achar nos Espíritos eficaz assistência para triunfar de suas paixões?

“Se o pedir a Deus e ao seu bom gênio, com sinceridade, os bons Espíritos lhe virão certamente em auxílio, porquanto é essa a missão deles.”

911. Não haverá paixões tão vivas e irresistíveis, que a vontade seja impotente para dominá-las?

“Há muitas pessoas que dizem: Quero, mas a vontade só lhes está nos lábios.

Querem, porém muito satisfeitas ficam que não seja como “querem”. Quando o homem crê que não pode vencer as suas paixões, é que seu Espírito se compraz nelas, em conseqüência da sua inferioridade. Compreende a sua natureza espiritual aquele que as procura reprimir.

Vencê-las é, para ele, uma vitória do Espírito sobre a matéria.”

912. Qual o meio mais eficiente de combater-se o predomínio da natureza corpórea?

“Praticar a abnegação.”

 LIVRO: PENSAMENTO E VIDA, Capítulo 2: Vontade

“Comparemos a mente humana – espelho vivo da consciência lúcida – a um grande escritório, subdividido em diversas seções de serviço.

Aí possuímos o Departamento do Desejo, em que operam os propósitos e as aspirações, acalentando o estimulo ao trabalho; o Departamento da Inteligência, dilatando os patrimônios da evolução e da cultura; o Departamento da Imaginação, amealhando as riquezas do ideal e da sensibilidade; o Departamento da Memória, arquivando as súmulas da experiência, e outros, ainda, que definem os investimentos da alma.

Acima de todos eles, porém, surge o Gabinete da Vontade.

A Vontade é a gerência esclarecida e vigilante, governando todos os setores da ação mental.

A Divina Providência concedeu-a por auréola luminosa à razão, depois da laboriosa e multimilenária viagem do ser pelas províncias obscuras do instinto.

Para considerar-lhe a importância, basta lembrar que ela é o leme de todos os tipos de força incorporados ao nosso conhecimento.

A eletricidade é energia dinâmica.

O magnetismo é energia estática.

O pensamento é força eletromagnética.

Pensamento, eletricidade e magnetismo conjugam-se em todas as manifestações da Vida Universal, criando gravitação e afinidade, assimilação e desassimilação, nos campos múltiplos da forma que servem à romagem do espírito para as Metas Supremas, traçadas pelo Plano Divino.

A Vontade, contudo, é o impacto determinante.

Nela dispomos do botão poderoso que decide o movimento ou a inércia da máquina.

O cérebro é o dínamo que produz a energia mental, segundo a capacidade de reflexão que lhe é própria; no entanto, na Vontade temos o controle que a dirige nesse ou naquele rumo, estabelecendo causas que comandam os problemas do destino.

Sem ela, o Desejo pode comprar ao engano aflitivos séculos de reparação e sofrimento, a Inteligência pode aprisionar-se na enxovia da criminalidade, a Imaginação pode gerar perigosos monstros na sombra, e a memória, não obstante fiel à sua função de registradora, conforme a destinação que a Natureza lhe assinala, pode cair em deplorável relaxamento.

Só a Vontade é suficientemente forte para sustentar a harmonia do espírito.

Em verdade, ela não consegue impedir a reflexão mental, quando se trate da conexão entre os semelhantes, porque a sintonia constitui lei inderrogável, mas pode impor o jugo da disciplina sobre os elementos que administra, de modo a mantê-los coesos na corrente do bem."

Emmanuel/Francisco Cândido Xavier.




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sábado, 30 de outubro de 2010

LUCAS: O EVANGELHO SEGUNDO. CAPÍTULO 4, VERSÍCULO 12, TERCEIRA TENTAÇÃO (Programa de 31 de Outubro e 03 de novembro/2010)

Tradução BÍBLIA DE JERUSALÉM - Editora Paulus.

Lucas 4:12 - Mas Jesus lhe respondeu: “Foi dito: Não tentarás ao Senhor, teu Deus.



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O  N O M E  D E  D E U S

ARTIGO PUBLICADO NA "REVISTA CULTURA ESPÍRITA", DO INSTITUTO DE CULTURA ESPÍRITA DO BRASIL (ICEB), ANO II, N 13, ABRIL DE 2010, p.15.

Autor: Fabiano Nunes


(Impronunciável, pois o homem não seria digno de repetir o Nome de Deus)

Dentre os recursos pedagógicos que Jesus - com genial atilamento - aplicava, um se nos afigura de ímpar importância: a criação de imagens mentais.

Através de histórias belas e singelas, o Mestre Incomparável cunhava imagens visuais com riqueza de nuances, vivas e emocionantes, sempre bem situadas no contexto sócio-cultural dos ouvintes, para que fossem integralmente apreendidas. Desse modo, Jesus conduzia as mentes e os corações - de forma apaixonante - nas artes de pensar e de viver, enquanto, ao mesmo tempo, desvelava as Leis Naturais para todas as gerações de aprendizes, ao longo dos séculos (1).

O impacto dessas figuras visuais na alma dos ouvintes foi tão significativo que, mesmo mais de seis décadas depois, no período em que os Evangelhos teriam sido escritos, foram recordadas com sutilezas e precisão de informações.

Especial beleza é a abordagem do Mestre do Amor no que diz respeito à invocação do nome de Deus.

Naquele tempo, o povo hebreu conhecia 21 denominações (2) para louvar, rogar, agradecer, ou para clamar ao Deus Único, com títulos que evocavam o arquétipo mental de um Soberano Supremo que imprimia grande respeito, mas também singular temor.

Conquanto, grande parte dos religiosos acreditava que o nome de Deus não deveria sequer ser pronunciado, em virtude da indignidade da criatura humana para proferir o Nome Divino, porquanto, havia um tetragrama (3) impronunciável – יהוה - o qual fora posteriormente transliterado para “YHWH”, e interpretado para as línguas modernas como Yahweh (Javé). Até no tempo presente, muitos Judeus Ortodoxos adotam tal prática.

No Antigo Testamento encontraremos as principais alcunhas4: Elohim, O Forte; Adonai, Senhor (Soberano); Yah, Eu Sou; Yahweh, Eu Sou que Sou; El, Deus; El Elyon, Deus Altíssimo; El Olam, Deus Eterno; El Shaddai, Deus Todo Poderoso; Yahweh Sabbaoth, O Senhor dos Exércitos.

Não obstante, Jesus subleva o pensamento corrente, apresentando ao povo (4) uma nova perspectiva de relacionamento entre a criatura e o seu Criador, e para tal fito – de forma original – ensina o emprego de uma nova referência para se dirigir a Deus: Abba.

Na tradução mais habitual (5), Abba significaria “Pai”, malgrado, modernamente encontraremos um novo entendimento para esse termo.

Conforme asseveram as ciências das religiões, e confirma a revelação mediúnica trazida por Francisco Cândido Xavier (6), Jesus falava a língua aramaica, em um dialeto muito específico usado nas cidades do Lago de Tiberíades.

Abba seria a expressão que as criancinhas da Galiléia usavam para falar com seu próprio pai, por conseguinte, tratar-se-ia de um nome informal, que equivaleria às expressões em português “paizinho” ou “querido pai” (7).

Jesus sempre demonstrou ser um professor extremamente “visual”, e numa formidável combinação de simplicidade e inteligência, desconstrói a temível imagem mental do Senhor dos Exércitos, insculpindo nos corações da humanidade o modelo de uma relação pessoal com Deus de grande magnanimidade, que evocava Sua própria relação com o seu paizinho, José de Nazaré, onde havia uma ligação plena em intimidade, proteção, confiança, provisão e, sobretudo, em amor que não mede sacrifícios pelos filhos.

Lembremos, porquanto, nos momentos de desalento que o Deus que Jesus nos ensinou a invocar não é, unicamente, O Criador do Universo, mas também o Paizinho Querido, que como tal devota inexaurível zelo pelos próprios filhinhos.

Um fraternal abraço, Fabiano Pereira Nunes

Referências Bibliográficas

1.Kardec, A. Por que Jesus Fala por Parábolas. In: A. Kardec, O Evangelho Segundo O Espiritismo (E. N. Bezerra, Trad.). Rio de Janeiro: FEB. pp. 427-31

2.Kaschel, W. Dicionário da Bíblia de Almeida (2 ed.). barueri, SP, 2005: Sociedade Bíblica do Brasil.p. 54

3.Extraído de www. wikipedia.org. (s.d.). Acesso em 22 de fevereiro de 2010, disponível em Wikipédia, a enciclopédia livre.: http://pt.wikipedia.org/wiki/Yahweh

4. Ryrie, C. C. A Bíblia Anotada: edição Expandida. Barueri, SP, 2007: Sociedade Bíblica do Brasil.p 8-9

5. Mateus, O Evangelho Segundo. O Novo Testamento, in: Bíblia de Jerusalém. Português. Nova edição rev. e ampl. São Paulo: Paulus, 2002. Mateus, cap. 6, vers. 7-9, p. 1713.

6. Xavier, F. Candido. Ditado pelo espírito Emmanuel. Há Dois Mil Anos (42 ed.). Rio de Janeiro: FEB, 2002. P. 84

7. Drane, John. Enciclopédia da Bíblia. São Paulo, 2009: Edições Paulinas.p.175




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