sábado, 7 de agosto de 2010

LUCAS (O Evangelho Segundo) – CAPÍTULO 4 – TERCEIRA TENTAÇÃO (Programa de 08 e 11 Agosto/2010)

LUCAS (O EVANGELHO SEGUNDO), CAPÍTULO 4 : VERSÍCULO 9 – TERCEIRA TENTAÇÃO (Programa de 08 e 11 Agosto/2010)

9 Conduziu-o depois a Jerusalém, colocou-o sobre o pináculo do templo e disse-lhe: “Se és Filho de Deus, atira-te para baixo,



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O TEMPLO DE JERUSALÉM - TEMPLO DE SIÃO - ÉPOCA DE JESUS


AULA SOBRE O TEMPLO DE SALOMÃO - EM ESPANHOL


 PINÁCULO DO TEMPLO
Uma das fortificações, ou torres, que ficava acima do pátio do Templo de Jerusalém. Faz-se necessário saber que o Pináculo não era o Forte Antônia, conforme se pode observar na figura acima. O Pináculo era a torre mais alta. Nessa torre era possível observar todo o povo que transitava nos pátios, e da mesma forma, se alguém saltasse da torre, e flutuasse no ar, seria visto pelas massas aglomeradas, numa exibição incontestável de poder. Seria um fenômeno impactante e espetacular.

 Nisso reside o alicerce para a compreensão da alegoria da terceira tentação. No próximo programa iniciaremos os estudos de seu simbolismo.


***

LUCAS (O Evangelho Segundo) – CAPÍTULO 4 – TERCEIRA TENTAÇÃO (Programa de 08 e 11 Agosto/2010)

LUCAS (O EVANGELHO SEGUNDO), CAPÍTULO 4 : VERSÍCULO 9 – TERCEIRA TENTAÇÃO (Programa de 08 e 11 Agosto/2010)

9 Conduziu-o depois a Jerusalém, colocou-o sobre o pináculo do templo e disse-lhe: “Se és Filho de Deus, atira-te para baixo,



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O TEMPLO DE JERUSALÉM - TEMPLO DE SIÃO - ÉPOCA DE JESUS


AULA SOBRE O TEMPLO DE SALOMÃO - EM ESPANHOL


 PINÁCULO DO TEMPLO
Uma das fortificações, ou torres, que ficava acima do pátio do Templo de Jerusalém. Faz-se necessário saber que o Pináculo não era o Forte Antônia, conforme se pode observar na figura acima. O Pináculo era a torre mais alta. Nessa torre era possível observar todo o povo que transitava nos pátios, e da mesma forma, se alguém saltasse da torre, e flutuasse no ar, seria visto pelas massas aglomeradas, numa exibição incontestável de poder. Seria um fenômeno impactante e espetacular.

 Nisso reside o alicerce para a compreensão da alegoria da terceira tentação. No próximo programa iniciaremos os estudos de seu simbolismo.


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AMOR À PROFISSÃO: APRENDENDO COM JESUS

ARTIGO PUBLICADO NA REVISTA CULTURA ESPÍRITA - ICEB -  AGOSTO DE 2010


Presenciamos uma época incomum da história, em face dos avanços nas relações do homem com seu trabalho profissional, com leis que resguardam as necessidades fundamentais do trabalhador, seu direito ao repouso, à assistência nas adversidades da saúde, no entanto, ainda encontramos rupturas desses direitos e injustiças sociais, gerando tensões e conflitos na coletividade.Por outro lado, habitualmente, julgamo-nos demasiadamente superiores e qualificados ao trabalho que o mercado se nos oferece, gerando em nós insatisfações e desânimo. Então, como proceder quando não estivermos inseridos no labor que nos afeiçoamos?

Como sempre, em Jesus aprenderemos o mais elevado padrão de conduta1. Ninguém, como ele, apresentou ao mundo tão belo exemplo sobre como viver de forma prazerosa, usufruindo a alegria da existência, independente do cenário externo que se nos afigure. E, no tocante ao lavor, nos ofereceu a sublime lição de que mais importante que trabalharmos na área que amamos, é sempre amarmos a área em que estivermos trabalhando.

Malgrado fosse o Excelso Governador do planeta, além do mais, co-criador planetário muito antes de sua gênese, habituado ao contato com outros Espíritos Puros em assembleias realizadas no sistema solar2, até iniciar da Sua tarefa messiânica na Terra, exerceu Jesus o nobre e humilde ofício de carpinteiro, na cidade de Nazaré da Galiléia, tendo aprendido desde a infância a arte da carpintaria com seu pai, o também carpinteiro José 3, como era da tradição judaica desde eras mais remotas.

Revelou-nos Humberto de Campos4, que os Doutores do Templo de Jerusalém informaram a Maria, mãe de Jesus, terem ficado muito interessados no ingresso do menino Jesus nas escolas rabínicas, tendo em vista a forte impressão que neles deixara, após as inteligentíssimas respostas apresentadas a esses Doutores da Lei, por ocasião de seu Bar Miztvah, aos doze (para treze) anos de idade4. Essa profissão era a mais cobiçada pela sociedade hebraica, constituindo motivo de orgulho familiar e garantia de um futuro brilhante, não obstante, o jovem Jesus, sem ter sido informado por sua mãe sobre seus planos, com bonomia e resolução ponderou:

- “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa, e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”.

Assim, apresenta-se, humílimo, ao seu pai José, como ajudante de carpintaria, trabalho rude e pesado, inundando aquela oficina com sua alegria transbordante de vida.

Permitindo-nos a liberdade de fazer um exercício de imaginação, poderemos, sem dificuldade, visualizar o obediente e doce Menino reproduzindo os cuidados de seu pai com a madeira, habilmente manipulando o prego, o martelo, o cinzel, e o enxó, bem como o júbilo no rosto de José ao observar as mãos suaves do Sublime Artífice produzirem belas peças, habilmente entalhadas no madeiro.

Oportuno, imaginamos a beleza das obras em lenho elaboradas pelo Jovem Carpinteiro de Nazaré, posto que viriam a ser reconhecidas não só na sua cidade, como também nas redondezas, haja visto que na Galiléia, ao apresentar-se na sinagoga como o Messias esperado pelo povo hebreu 5, maravilhando a todos ao ensinar sobre o Reino de Amor, fora prontamente identificado pelo seu ofício6.

O amor permeou todos os momentos da vida terrestre do Cristo, porquanto, também permeara sua dedicação à carpintaria e ao madeiro, amando seu pesadíssimo ofício. Somente um grande amor poderia explicar a manutenção de Seu entusiasmo contagiante num trabalho tão penoso, mormente estar habituado à culminância da luz: foram mais de trinta anos em fatigante azáfama.

Conquanto, entressonhamos, quantas vezes o lenho não teria ferido as mãos cariciosas do jovem Moveleiro Galileu? No entanto, quem ama perdoa. E Jesus, por ter elevado o perdão ao grau de excelência, também prosseguiu amando a arte na carpintaria até começar Sua obra de redenção da humanidade, tornando-se o Inolvidável Artífice da alma humana, passando a exercer outro ofício de elevada relevância: Rabi, Mestre, Professor, enfim, Educador de almas.

Seu afastamento do madeiro, entrementes, não perduraria por muito tempo. Em três anos prosseguira, como um hábil Mestre, trabalhando as palavras com grande arte – qual fizera ao madeiro – encantando e comovendo com a simplicidade de seus ensinos, criando parábolas, que ficaram gravadas na memória por mais de vinte séculos. Artista Genial, lapidou a pedra bruta do coração humano, elevando os sentimentos aos patamares diamantinos.

Ao findar Seu ministério de amor e caridade naquela existência planetária, nunca por acaso, volveria a ter contato com o martelo, os pregos e o lenho.

Ele, o Amigo Devotado e Incansável, fora levado a uma condenação de morte infamante e cruel - a crucificação, uma pena aplicada apenas aos soldados romanos desertores e aos mais vis criminosos - sofrendo as dores mais acerbas justamente através do madeiro, dos pregos e do martelo que tanto amara 7.

Seu estado de saúde achava-se tão crítico7 que caíra por três vezes durante esse trajeto, só conseguindo atingir o Monte da Caveira graças ao auxílio de Simão de Cirene 8 - não obstante - ao cair no solo, já em estado de anemia aguda e choque hipovolemico7 , sustentou o madeiro horizontal da cruz, não permitindo que também caísse: ensinou ao mundo inteiro que qualquer homem pode sofrer quedas, mas a tarefa anelada, a missão confiada, essa jamais poderá desmoronar-se. Seu corpo físico derreara ao solo, mas Seu elevado ideal permanecera imarcescível. Ademais, na condição de Carpinteiro Transcendental, não poderia permitir a queda do lenho ao solo. Quanto à forma pela qual Jesus tivera Seus punhos e tornozelos pregados ao madeiro, o qual tanto amara, dados arqueológicos de restos de corpos crucificados, achados próximos a Jerusalém e datados da época de Cristo, indicam que utilizavam-se pregos de ferro, afilados, que possuíam aproximadamente de 13 a 18 cm de comprimento, com a cabeça quadrada tendo aproximadamente 1 cm de largura 7.

Dessa forma, o Meigo Carpinteiro da Galiléia, ao ser pregado à cruz, transformara essa morte infamante numa epopéia celestial, exemplificando o amor, a fidelidade aos amigos e aos ideais, e o perdão - elevados ao mais alto grau em toda a história da civilização - conquanto, a despeito da oprobriosa condenação, Jesus abraçara e se integrara, em plenitude, as ferramentas - o martelo, os pregos e a madeira - da nobilíssima arte a qual tantas vezes se dedicara.

Por conseguinte, amar ao trabalho, por mais árduo e entediante que possa se nos apresentar, transformá-lo em motivação nobre, conquanto não seja àquele anelado em nossos mais altos sonhos, sobretudo, permeá-lo em arte: eis mais um dos inesquecíveis ensinos do Carpinteiro de Deus, em prodigiosa consonância com os desafios da vida moderna.

Não te preocupes em fazer o que amas, na maioria das vidas isso não será possível, porém ama o que você fazes, e serás feliz! Medita nisso! Crê nisso!

Referências bibliográficas:

1. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 74 ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 1994, “Conhecimento da Lei Natural”, parte 3.ª, cap I, questão 625, p.308.

2. XAVIER, Francisco C. A Caminho da Luz, pelo espírito Emmanuel. 11 ª edição. Rio de Janeiro: FEB, 1982, cap I “A Gênese Planetária”, p. 17–23.

3. MATEUS, O Evangelho Segundo. O Novo Testamento, in: A Bíblia Sagrada, traduzida em português por João Ferreira de Almeida. 2ª edição. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993. Mateus, cap. 13, vers. 55, p. 14.

4. XAVIER, Francisco C. BOA NOVA, pelo Espírito Humberto de Campos. 20a Edição. Rio de Janeiro: FEB, 1941, cap. 2, p. 21-23

5. LUCAS, O Evangelho Segundo. O Novo Testamento, in: A Bíblia Sagrada, traduzida em português por João Ferreira de Almeida. 2ª edição. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993. Lucas, cap. 4, vers. 21-22, p. 52.

6. MARCOS, O Evangelho Segundo. O Novo Testamento, in: A Bíblia Sagrada, traduzida em português por João Ferreira de Almeida. 2ª edição. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993. Marcos, cap. 6, vers. 3, p. 35.

7. EDWARDS, W. D; GABEL, W. J.; HOSMER, F. E. : On The Physical Death of Jesus Christ. In: JAMA, The Journal of The American Medical Association (Trabalho científico publicado pelo Departamento de Patologia da Mayo Clinics, Rochester, Minn, EUA). USA. 1986, mar 21, vol 255, n. 11, p 1455 – 1464.

8. XAVIER, Francisco C. A Vida Conta, pelo espírito Maria Dolores. 3 ª edição. Rio de Janeiro: CEU, 1984, cap11 “O Traço do Cirineu”, p. 41–43.

 
 
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AMOR À PROFISSÃO: APRENDENDO COM JESUS

ARTIGO PUBLICADO NA REVISTA CULTURA ESPÍRITA - ICEB -  AGOSTO DE 2010


Presenciamos uma época incomum da história, em face dos avanços nas relações do homem com seu trabalho profissional, com leis que resguardam as necessidades fundamentais do trabalhador, seu direito ao repouso, à assistência nas adversidades da saúde, no entanto, ainda encontramos rupturas desses direitos e injustiças sociais, gerando tensões e conflitos na coletividade.Por outro lado, habitualmente, julgamo-nos demasiadamente superiores e qualificados ao trabalho que o mercado se nos oferece, gerando em nós insatisfações e desânimo. Então, como proceder quando não estivermos inseridos no labor que nos afeiçoamos?

Como sempre, em Jesus aprenderemos o mais elevado padrão de conduta1. Ninguém, como ele, apresentou ao mundo tão belo exemplo sobre como viver de forma prazerosa, usufruindo a alegria da existência, independente do cenário externo que se nos afigure. E, no tocante ao lavor, nos ofereceu a sublime lição de que mais importante que trabalharmos na área que amamos, é sempre amarmos a área em que estivermos trabalhando.

Malgrado fosse o Excelso Governador do planeta, além do mais, co-criador planetário muito antes de sua gênese, habituado ao contato com outros Espíritos Puros em assembleias realizadas no sistema solar2, até iniciar da Sua tarefa messiânica na Terra, exerceu Jesus o nobre e humilde ofício de carpinteiro, na cidade de Nazaré da Galiléia, tendo aprendido desde a infância a arte da carpintaria com seu pai, o também carpinteiro José 3, como era da tradição judaica desde eras mais remotas.

Revelou-nos Humberto de Campos4, que os Doutores do Templo de Jerusalém informaram a Maria, mãe de Jesus, terem ficado muito interessados no ingresso do menino Jesus nas escolas rabínicas, tendo em vista a forte impressão que neles deixara, após as inteligentíssimas respostas apresentadas a esses Doutores da Lei, por ocasião de seu Bar Miztvah, aos doze (para treze) anos de idade4. Essa profissão era a mais cobiçada pela sociedade hebraica, constituindo motivo de orgulho familiar e garantia de um futuro brilhante, não obstante, o jovem Jesus, sem ter sido informado por sua mãe sobre seus planos, com bonomia e resolução ponderou:

- “Mãe, toda preparação útil e generosa no mundo é preciosa; entretanto, eu já estou com Deus. Meu Pai, porém, deseja de nós toda a exemplificação que seja boa, e eu escolherei, desse modo, a escola melhor”.

Assim, apresenta-se, humílimo, ao seu pai José, como ajudante de carpintaria, trabalho rude e pesado, inundando aquela oficina com sua alegria transbordante de vida.

Permitindo-nos a liberdade de fazer um exercício de imaginação, poderemos, sem dificuldade, visualizar o obediente e doce Menino reproduzindo os cuidados de seu pai com a madeira, habilmente manipulando o prego, o martelo, o cinzel, e o enxó, bem como o júbilo no rosto de José ao observar as mãos suaves do Sublime Artífice produzirem belas peças, habilmente entalhadas no madeiro.

Oportuno, imaginamos a beleza das obras em lenho elaboradas pelo Jovem Carpinteiro de Nazaré, posto que viriam a ser reconhecidas não só na sua cidade, como também nas redondezas, haja visto que na Galiléia, ao apresentar-se na sinagoga como o Messias esperado pelo povo hebreu 5, maravilhando a todos ao ensinar sobre o Reino de Amor, fora prontamente identificado pelo seu ofício6.

O amor permeou todos os momentos da vida terrestre do Cristo, porquanto, também permeara sua dedicação à carpintaria e ao madeiro, amando seu pesadíssimo ofício. Somente um grande amor poderia explicar a manutenção de Seu entusiasmo contagiante num trabalho tão penoso, mormente estar habituado à culminância da luz: foram mais de trinta anos em fatigante azáfama.

Conquanto, entressonhamos, quantas vezes o lenho não teria ferido as mãos cariciosas do jovem Moveleiro Galileu? No entanto, quem ama perdoa. E Jesus, por ter elevado o perdão ao grau de excelência, também prosseguiu amando a arte na carpintaria até começar Sua obra de redenção da humanidade, tornando-se o Inolvidável Artífice da alma humana, passando a exercer outro ofício de elevada relevância: Rabi, Mestre, Professor, enfim, Educador de almas.

Seu afastamento do madeiro, entrementes, não perduraria por muito tempo. Em três anos prosseguira, como um hábil Mestre, trabalhando as palavras com grande arte – qual fizera ao madeiro – encantando e comovendo com a simplicidade de seus ensinos, criando parábolas, que ficaram gravadas na memória por mais de vinte séculos. Artista Genial, lapidou a pedra bruta do coração humano, elevando os sentimentos aos patamares diamantinos.

Ao findar Seu ministério de amor e caridade naquela existência planetária, nunca por acaso, volveria a ter contato com o martelo, os pregos e o lenho.

Ele, o Amigo Devotado e Incansável, fora levado a uma condenação de morte infamante e cruel - a crucificação, uma pena aplicada apenas aos soldados romanos desertores e aos mais vis criminosos - sofrendo as dores mais acerbas justamente através do madeiro, dos pregos e do martelo que tanto amara 7.

Seu estado de saúde achava-se tão crítico7 que caíra por três vezes durante esse trajeto, só conseguindo atingir o Monte da Caveira graças ao auxílio de Simão de Cirene 8 - não obstante - ao cair no solo, já em estado de anemia aguda e choque hipovolemico7 , sustentou o madeiro horizontal da cruz, não permitindo que também caísse: ensinou ao mundo inteiro que qualquer homem pode sofrer quedas, mas a tarefa anelada, a missão confiada, essa jamais poderá desmoronar-se. Seu corpo físico derreara ao solo, mas Seu elevado ideal permanecera imarcescível. Ademais, na condição de Carpinteiro Transcendental, não poderia permitir a queda do lenho ao solo. Quanto à forma pela qual Jesus tivera Seus punhos e tornozelos pregados ao madeiro, o qual tanto amara, dados arqueológicos de restos de corpos crucificados, achados próximos a Jerusalém e datados da época de Cristo, indicam que utilizavam-se pregos de ferro, afilados, que possuíam aproximadamente de 13 a 18 cm de comprimento, com a cabeça quadrada tendo aproximadamente 1 cm de largura 7.

Dessa forma, o Meigo Carpinteiro da Galiléia, ao ser pregado à cruz, transformara essa morte infamante numa epopéia celestial, exemplificando o amor, a fidelidade aos amigos e aos ideais, e o perdão - elevados ao mais alto grau em toda a história da civilização - conquanto, a despeito da oprobriosa condenação, Jesus abraçara e se integrara, em plenitude, as ferramentas - o martelo, os pregos e a madeira - da nobilíssima arte a qual tantas vezes se dedicara.

Por conseguinte, amar ao trabalho, por mais árduo e entediante que possa se nos apresentar, transformá-lo em motivação nobre, conquanto não seja àquele anelado em nossos mais altos sonhos, sobretudo, permeá-lo em arte: eis mais um dos inesquecíveis ensinos do Carpinteiro de Deus, em prodigiosa consonância com os desafios da vida moderna.

Não te preocupes em fazer o que amas, na maioria das vidas isso não será possível, porém ama o que você fazes, e serás feliz! Medita nisso! Crê nisso!

Referências bibliográficas:

1. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 74 ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 1994, “Conhecimento da Lei Natural”, parte 3.ª, cap I, questão 625, p.308.

2. XAVIER, Francisco C. A Caminho da Luz, pelo espírito Emmanuel. 11 ª edição. Rio de Janeiro: FEB, 1982, cap I “A Gênese Planetária”, p. 17–23.

3. MATEUS, O Evangelho Segundo. O Novo Testamento, in: A Bíblia Sagrada, traduzida em português por João Ferreira de Almeida. 2ª edição. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993. Mateus, cap. 13, vers. 55, p. 14.

4. XAVIER, Francisco C. BOA NOVA, pelo Espírito Humberto de Campos. 20a Edição. Rio de Janeiro: FEB, 1941, cap. 2, p. 21-23

5. LUCAS, O Evangelho Segundo. O Novo Testamento, in: A Bíblia Sagrada, traduzida em português por João Ferreira de Almeida. 2ª edição. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993. Lucas, cap. 4, vers. 21-22, p. 52.

6. MARCOS, O Evangelho Segundo. O Novo Testamento, in: A Bíblia Sagrada, traduzida em português por João Ferreira de Almeida. 2ª edição. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1993. Marcos, cap. 6, vers. 3, p. 35.

7. EDWARDS, W. D; GABEL, W. J.; HOSMER, F. E. : On The Physical Death of Jesus Christ. In: JAMA, The Journal of The American Medical Association (Trabalho científico publicado pelo Departamento de Patologia da Mayo Clinics, Rochester, Minn, EUA). USA. 1986, mar 21, vol 255, n. 11, p 1455 – 1464.

8. XAVIER, Francisco C. A Vida Conta, pelo espírito Maria Dolores. 3 ª edição. Rio de Janeiro: CEU, 1984, cap11 “O Traço do Cirineu”, p. 41–43.

 
 
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domingo, 1 de agosto de 2010

LUCAS (O Evangelho Segundo) – CAPÍTULO 4 – TERCEIRA TENTAÇÃO (Programa de 01 e 04 Agosto/2010)

LUCAS (O EVANGELHO SEGUNDO), CAPÍTULO 4 : VERSÍCULO 9 – TERCEIRA TENTAÇÃO (Programa de 01 e 04 Agosto/2010)


9 Conduziu-o depois a Jerusalém, [colocou-o sobre o pináculo do templo] e disse-lhe: “Se és Filho de Deus, atira-te para baixo,


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O LIVRO DOS ESPÍRITOS E SEUS DESDOBRAMENTOS


O Livro dos Espíritos, primeira obra publicada por Rivail/Kardec, é constituída por quatro partes. Os demais livros da Codificação Kardeciana que desdobram o conteúdo de cada uma dessas partes são, respectivamente:


Parte I de O Livro dos Espíritos: Das Causas Primárias => Estudada e desdobrada em A Gênese;


Parte II de O Livro dos Espíritos: Do Mundo Espírita => Estudada e desdobrada em O Livro dos Médiuns;


Parte III de O Livro dos Espíritos: Das Leis Morais => Estudada e desdobrada em O Evangelho Segundo O Espiritismo;


Parte IV de O Livro dos Espíritos: Das Esperanças e Consolações => Estudada e desdobrada em O Céu e O Inferno.

 O Segundo Templo (continuação)


O Segundo Templo foi reconstruído pelo povo judeu após o regresso a Jerusalém, finda a Captividade Babilônica, no mesmo local onde o Templo de Salomão existira antes de ser destruído: no Monte Sião.


Segundo o relato bíblico, o templo foi mandado reconstruir por decreto de Ciro II da Pérsia.


No ano 539 a.C., Ciro apodera-se da Babilónia e ordena o repatriamento dos judeus mantidos em cativeiro e a reconstrução do seu templo, que, segundo a descrição presente no livro de Esdras (capítulo 1, versículos 1 a 4), terá tido lugar sob Zorobabel, sendo apoiada pelo funcionário Esdras e pelos profetas Zacarias e Ageu.


No século II a.C., o Segundo Templo foi profanado por Antíoco IV Epifânio, que mandou sacrificar uma porca sobre o altar. Este incidente deu origem à revolta dos Macabeus.


 Remodelação por Herodes


No século I a.C., em torno de 15 ac, Herodes - o Grande - ordena uma remodelação ao templo, considerada por muitos judeus como uma profanação, em função do estilo Greco-romano e por não obedecer a arquitetura determinada por Moisés (Tabernáculo). Com o propósito de agradar a César, mandara construir num dos vértices da muralha a Torre Antônia, uma fortaleza romana que dava acesso direto ao interior do pátio do templo. Certos autores designam o templo após esta intervenção por "Terceiro Templo". Não se deveria mudar a arquitetura do templo, cujo modelo Deus havia dado o modelo a Moisés e a Davi. A mudança que Herodes fez simbolizava uma profanação para os judeus. O templo leva mais de 40 anos para ter sua parte principal concluída.

 Destruição

O Templo foi quase totalmente destruído pelas tropas do General e futuro Imperador Romano Titus Flávio, em 70 D.C., abafando aquilo que foi a Grande Revolta Judaica onde morreram mais de um milhão de judeus.

Uma primeira revolta acontecera em 136 a.C., e a terceira seria liderada pelo suposto Messias Bar Kochba em 135 DC.

A única porção do Segundo Templo que ainda hoje se encontra em pé, Muro das Lamentações.

Concluindo, o Templo de Herodes manteve-se erigido entre 515 a.C. e 70 DC, tendo sido, durante este período, o centro de culto e adoração do Judaísmo.

Espaço físico:

Area retangular cobria uma superficie de mais de 140.000 m2.

Vários retângulos concêntricos, formando os diversos pátios.

Essa área de 141.000m2 era cercada por muralhas, onde havia magníficos pórticos para acesso ao interior. Jesus ensinara no Pórtico de Salomão (Jo 10:23)

Nos vértices desse retângulo havia torres de observação, de onde era possivel fazer a vigilância do primeiro pátio, o dos gentios.

Nada obstante, olhando-se o Templo frontalmente, Herodes contruira – no vértice posterior direito - o Forte Antônia, local onde a guranição Romana se aquartelava. Como era um ponto muito alto, e muito próximo ao Templo, possibilitava que os soldados Romanos observassem tudo que se processava no Pátio dos Sacerdotes, e isso trazia enorme indignação ao judeus, pois tratava-s de uma afronta, desrespeito e heresia.

Entre a muralha externa e o templo propriamente dito ficava a Pátio do Gentios. Ali pessoas do mundo todo tinham acesso. Ali se fixavam os cambistas.

No centro dessa área, antes de acessar as muralhas do prédio do Templo, havia uma escadaria, que simbolizada a superioridade do povo Hebreu sobre os gentios.

O prédio do Templo também era cercado por muros e colunas, que formavam belas galerias.

Ao transpor o o pórtico principal, havia acesso ao Pátio da Mulheres, que não tinham permissão para adentrar mais no Templo, não podiam participar de todo tipo de cerimônia. A mulher era considerada inferior ao homem.

Mais internamente ao Templo ficava o Pátio dos Homens, no entanto, para acessar esse Pátio era preciso subir escadaria, que simbolizava a superioridade do homem.

Em frente ao prédio Principal ficava o Pátio do Sacerdotes, onde havia o altar dos sacrifícios, local onde se fazia o holocausto dos animais.

Dentro do predio fiva aum santuário, um altar, onde eram queimados os incensos. Uma parte do santuários era separada por uma magnífica cortina em úrpura e dourado, e neste local – chamado Santo dos Santos – eram guardadas as Tábuas da lei e a Arca da Aliança. Somente o Sumo Sacerdote tina acesso ao Santo dos Santos, mesmo assim, se não fosse puro morreria imediatamente, razão pela qual sua perna era amarrada a uma corda quando tinha que entrar nesse átrio.

MURALHAS EXTERNAS - PÓRTICOS E GALERIAS - PÁTIO DOS GENTIOS - ACESSO AO TEMPLO









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LUCAS (O Evangelho Segundo) – CAPÍTULO 4 – TERCEIRA TENTAÇÃO (Programa de 01 e 04 Agosto/2010)

LUCAS (O EVANGELHO SEGUNDO), CAPÍTULO 4 : VERSÍCULO 9 – TERCEIRA TENTAÇÃO (Programa de 01 e 04 Agosto/2010)


9 Conduziu-o depois a Jerusalém, [colocou-o sobre o pináculo do templo] e disse-lhe: “Se és Filho de Deus, atira-te para baixo,


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O LIVRO DOS ESPÍRITOS E SEUS DESDOBRAMENTOS


O Livro dos Espíritos, primeira obra publicada por Rivail/Kardec, é constituída por quatro partes. Os demais livros da Codificação Kardeciana que desdobram o conteúdo de cada uma dessas partes são, respectivamente:


Parte I de O Livro dos Espíritos: Das Causas Primárias => Estudada e desdobrada em A Gênese;


Parte II de O Livro dos Espíritos: Do Mundo Espírita => Estudada e desdobrada em O Livro dos Médiuns;


Parte III de O Livro dos Espíritos: Das Leis Morais => Estudada e desdobrada em O Evangelho Segundo O Espiritismo;


Parte IV de O Livro dos Espíritos: Das Esperanças e Consolações => Estudada e desdobrada em O Céu e O Inferno.

 O Segundo Templo (continuação)


O Segundo Templo foi reconstruído pelo povo judeu após o regresso a Jerusalém, finda a Captividade Babilônica, no mesmo local onde o Templo de Salomão existira antes de ser destruído: no Monte Sião.


Segundo o relato bíblico, o templo foi mandado reconstruir por decreto de Ciro II da Pérsia.


No ano 539 a.C., Ciro apodera-se da Babilónia e ordena o repatriamento dos judeus mantidos em cativeiro e a reconstrução do seu templo, que, segundo a descrição presente no livro de Esdras (capítulo 1, versículos 1 a 4), terá tido lugar sob Zorobabel, sendo apoiada pelo funcionário Esdras e pelos profetas Zacarias e Ageu.


No século II a.C., o Segundo Templo foi profanado por Antíoco IV Epifânio, que mandou sacrificar uma porca sobre o altar. Este incidente deu origem à revolta dos Macabeus.


 Remodelação por Herodes


No século I a.C., em torno de 15 ac, Herodes - o Grande - ordena uma remodelação ao templo, considerada por muitos judeus como uma profanação, em função do estilo Greco-romano e por não obedecer a arquitetura determinada por Moisés (Tabernáculo). Com o propósito de agradar a César, mandara construir num dos vértices da muralha a Torre Antônia, uma fortaleza romana que dava acesso direto ao interior do pátio do templo. Certos autores designam o templo após esta intervenção por "Terceiro Templo". Não se deveria mudar a arquitetura do templo, cujo modelo Deus havia dado o modelo a Moisés e a Davi. A mudança que Herodes fez simbolizava uma profanação para os judeus. O templo leva mais de 40 anos para ter sua parte principal concluída.

 Destruição

O Templo foi quase totalmente destruído pelas tropas do General e futuro Imperador Romano Titus Flávio, em 70 D.C., abafando aquilo que foi a Grande Revolta Judaica onde morreram mais de um milhão de judeus.

Uma primeira revolta acontecera em 136 a.C., e a terceira seria liderada pelo suposto Messias Bar Kochba em 135 DC.

A única porção do Segundo Templo que ainda hoje se encontra em pé, Muro das Lamentações.

Concluindo, o Templo de Herodes manteve-se erigido entre 515 a.C. e 70 DC, tendo sido, durante este período, o centro de culto e adoração do Judaísmo.

Espaço físico:

Area retangular cobria uma superficie de mais de 140.000 m2.

Vários retângulos concêntricos, formando os diversos pátios.

Essa área de 141.000m2 era cercada por muralhas, onde havia magníficos pórticos para acesso ao interior. Jesus ensinara no Pórtico de Salomão (Jo 10:23)

Nos vértices desse retângulo havia torres de observação, de onde era possivel fazer a vigilância do primeiro pátio, o dos gentios.

Nada obstante, olhando-se o Templo frontalmente, Herodes contruira – no vértice posterior direito - o Forte Antônia, local onde a guranição Romana se aquartelava. Como era um ponto muito alto, e muito próximo ao Templo, possibilitava que os soldados Romanos observassem tudo que se processava no Pátio dos Sacerdotes, e isso trazia enorme indignação ao judeus, pois tratava-s de uma afronta, desrespeito e heresia.

Entre a muralha externa e o templo propriamente dito ficava a Pátio do Gentios. Ali pessoas do mundo todo tinham acesso. Ali se fixavam os cambistas.

No centro dessa área, antes de acessar as muralhas do prédio do Templo, havia uma escadaria, que simbolizada a superioridade do povo Hebreu sobre os gentios.

O prédio do Templo também era cercado por muros e colunas, que formavam belas galerias.

Ao transpor o o pórtico principal, havia acesso ao Pátio da Mulheres, que não tinham permissão para adentrar mais no Templo, não podiam participar de todo tipo de cerimônia. A mulher era considerada inferior ao homem.

Mais internamente ao Templo ficava o Pátio dos Homens, no entanto, para acessar esse Pátio era preciso subir escadaria, que simbolizava a superioridade do homem.

Em frente ao prédio Principal ficava o Pátio do Sacerdotes, onde havia o altar dos sacrifícios, local onde se fazia o holocausto dos animais.

Dentro do predio fiva aum santuário, um altar, onde eram queimados os incensos. Uma parte do santuários era separada por uma magnífica cortina em úrpura e dourado, e neste local – chamado Santo dos Santos – eram guardadas as Tábuas da lei e a Arca da Aliança. Somente o Sumo Sacerdote tina acesso ao Santo dos Santos, mesmo assim, se não fosse puro morreria imediatamente, razão pela qual sua perna era amarrada a uma corda quando tinha que entrar nesse átrio.

MURALHAS EXTERNAS - PÓRTICOS E GALERIAS - PÁTIO DOS GENTIOS - ACESSO AO TEMPLO









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domingo, 25 de julho de 2010

LUCAS (O Evangelho Segundo) – CAPÍTULO 4 – TERCEIRA TENTAÇÃO (Programa de 25 e 28 Julho/2010)

LUCAS (O EVANGELHO SEGUNDO), CAPÍTULO 4 : VERSÍCULO 9 – TERCEIRA TENTAÇÃO (Programa de 25 e 28 Julho/2010)

9 Conduziu-o depois a Jerusalém, [colocou-o sobre o pináculo do templo] e disse-lhe: “Se és Filho de Deus, atira-te para baixo,


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 No programa dessa semana iniciaremos os estudos sobre as origens do Templo de Jerusalém, sua história e sua importância para a civilização Hebreia.


TABERNÁCULO: O PRIMEIRO TEMPLO DO POVO HEBREU

Em hebraico se chamava mishkan, "moradia", (local da Divina morada). Foi construído à partir de Revelação Divina, dada a Moisés no alto do Sinai.

Tabernáculo vem do latim tabernaculum, "tenda", "cabana" ou "barraca" e designa o santuário portátil onde, durante o Êxodo até os tempos do Rei Davi, os israelitas guardavam e transportavam a arca da Aliança, a menorá e demais objetos sagrados. Era composto de três partes: Átrio Exterior, Santo Lugar e Santo dos Santos.



 O SEGUNDO TEMPLO

Quando o povo hebreu se fixa na terra prometida, Davi idealiza a construção de um Grande Templo.

De acordo com a tradição judaico-cristã, o Primeiro Templo foi idealizado e preparado por davi, mas teve sua construção iniciada no terceiro ano do reinado de Salomão e concluída sete anos depois. Segundo a Bíblia, em Reis e em Crônicas, foi seu construtor Hirã. Foi saqueado várias vezes e acabou por ser totalmente incendiado e destruído por Nabucodonosor II, em 587 a.C.

O Templo de Jerusalém situava-se no Monte Moriá (também chamado Monte do Templo), ao Norte do Monte Sião.





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